Governo Cafona
Meu Deus dá vergonha de ser brasileiro por estar representado, perante o mundo todo, por um presidente ladrão e uma corja de gente sem um pingo de tato, cultura e decoro. Tudo bem quando o Luiz Ignácio e sua gente faz suas estultices e besteiras dentro do nosso território, pois a gente engole e lava a roupa suja com os dedos no nariz para não sentir o mal cheiro.
Se ele aparece publicamente alcoolizado e se sua querida esposa aparece com trajes de zona, tudo bem, pois estamos nos acostamento com o jeitão e o estilo “despojado” de sua troupe. Óbvio que para bem governar uma equipe de assessores não precisa usar Dior ou outra marca famosa de grife, desde que tenham competência da área que chefiam, bom senso para bem dirigir as políticas públicas, e comportamento ético. O que não é o caso do Luiz Ignácio e de seus ministros de Estado. Vi há pouco uma entrevista do Haddad com três jornalistas falando dos gastos públicos e do teto orçamentário, ele levou cinco minutos para explicar, contudo, quando terminou de falar, os três jornalistas se entreolharam e um deles perguntou: “Alguém entendeu? Se entendeu tem a palavra para traduzir.” E ninguém ousou dar um pio. Vergonhoso, um ministro de Estado da Economia enrolar a língua, buscar palavras difíceis, talvez lembrando da Dilma, e não esclarecer absolutamente nada. Santo Deus é claro que Brasil está no abismo, com a sua economia indo para o ralo. E a ministra Marina quando fala do meio ambiente? Já ouviram? Vale a pena, porque é uma enrolação e uma ignorância de dar dó. E se tivesse espaço para falar da atuação de cada um dos quase 50 ministros de Estado, eu juro que daria uma coletânea de piadas e burrices digna de figurar no “Livro dos Recordes”. Só não sente vergonha desta gente quem votou no Luiz Ignácio, é petista, canhota ou Sem Terra. Não é verdade? Contudo, quando o nosso gatuno-mór pega o nosso avião presidencial e vai recrear no exterior é um outro vexame de marré, marré e marré. Fala um monte de besteiras e mistura a fome com o meio ambiente, a economia com o clima, e tudo num tom professoral como se estivesse acima da boa e gostosa canjica, com leite e côco. E nós brasileiros que ficamos no país ouvimos e lemos pela imprensa as suas gafes e mentiras, é claro, que ficamos ruborizados. Ufa, o pior é hoje em que Chefes de Estados estão se reunindo no Rio de Janeiro, e que o Luiz Ignácio é o anfitrião. A nossa vergonha é muito maior. Pois estamos recebendo em nossa casa o Biden, o Xi, o Milei, o Mácron e outros, um dia depois da Janja ter mandado publicamente o Musk para “aquele lugar”. E o Musk logo em seguida apareceu, numa foto, segundo uma galinha. Putz, putz, putz dá ou não dá vontade de colocar a cabeça num buraco e só tirá-la quando os presidentes, que chegaram, voltarem para seus países. Pois não será fácil de peito aberto, sem tomar umas e outras, aguardar as calhordices do nosso governo federal e de sua gente pendurada nos galhos comissionados da República, destilando ignorância perante as visitas e nos fazendo passar muito mais vergonha…
“A letra da música tem uma verdade só: “O pau que nasce torto, não tem jeito, morre torto.” E não adianta aparentar honestidade, para quem sabidamente não é honesto. Um advogado nunca vai construir uma ponte, nem um filósofo é capaz de fazer uma cirurgia de catarata. Assim, como um sindicalista nunca será um estadista, uma primeira dama sem discrição nunca será digna de respeito. Lições elementares do Livro da Vida.”