Previsão Sem Bola de Cristal
Sem consultar a mãe Diná, nem fazer uso de bola de cristal, vou fazer uma previsão do futuro político do Bolsonaro sem o mínimo erro, porque a falsidade e a pilantragem escancararam como será a fantasiosa encenação de seu julgamento no STF. Vale lembrar que o ex-advogado de defesa do Luiz Ignácio, agora o todo poderoso inquilino do ST, o empertigado e glostorizado Zanin, designou data para iniciar o julgamento dos “golpistas” comandados pelo ex-Presidente por conspirar contra o Estado Democrático de Direito. Sem maiores elocubrações e nem aprofundar análise não existe nenhuma dúvida que todos os envolvidos serão condenados e o Bolsonaro perderá o direito de ser votado, e com certeza vai ver o sol nascer quadrado em alguma penitenciária federal de segurança máxima. Alguma dúvida? Claro que não, não é mesmo? E nem vou abordar o mérito, que levará a condenação, pois farei um sobrevoo sobre todas as evidências que induzem e levarão os réus ao cadafalso, simples, assim. O chefe não quer a condenação de seu principal adversário? Claro que quer. Só aí, mais da metade das más intenções levam à convicção do resultado final, acrescentando que o Chefe do MP federal vai se desdobrar em mil para que suas acusações saiam vitoriosas. Afinal ele deve a sua nomeação para o chefe da troupe. E os julgadores? Todos, sem exceção, são parciais, subservientes e vaquinhas de presépio, que querem condenar e nada mais. Um processo complexo, mas concluído a toque de caixa por uma polícia federal servil ao Sistema, que produziu um elenco de provas extraídas de um conjunto jornalístico de informações e ilações de fatos públicos que embasam uma narrativa de “conspiração”, sem nenhuma efetividade. Ah, tem uma delação premiada extraída a fórceps por um inquilino do STF (não pelo MP) e um “plano” esboçado em folha de papel, com “detalhes” do golpe. E isto caracterizaria qual fase do “inter crimines”? Cogitação ou não? Putz, mas tal questão não vai interessar porque o pretendido é condenar, nada mais. Portanto, é batata cozida e que independe de qualquer bola de cristal, concluir, sem erro, que o Bolsonaro está frito, poderá contar com ilustres advogados em sua defesa, mas prevalecerá no final a vontade dos dignos lulapetistas, que se fingem de Juízes…
“A parcialidade dos julgadores é tão notória, como a vontade deles em defenestrar o ex-Presidente da vida pública, que o julgamento será uma piada jurídica. Fugir desta realidade é dar as costas a verdade e louvar a insensatez.”
Édson Vidal Pinto