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Jan14

Revendas Toyota

Postado por Edson Vidal Categorias // Flagrantes do mundo jurídico - Por Édison Vidal Lidos 443

Trato o assunto como cena do cotidiano. Fui fã incondicional dos veículos da marca Chevrolet por longo período, quando proprietário dos modelos “Omega” CD, automático, teto solar e painel eletrônico, cujo conforto e torque do motor eram no meu entendimento insuperáveis. Foram “beberrões” por natureza e incomodavam pelo superaquecimento de seus possantes motores.

Tive três desses carros e me considerava um verdadeiro sultão por suportar o alto custo de seus abastecimentos e manutenções. Cada um dos três era como se fossem minhas “amantes” argentinas. Quanto mais eu gastava em oficina mais despesas apareciam. Me “enchi” de vez quando levei o último destes carros para revisão na própria revenda Chevrolet e na oficina quiseram trocar o cambio automático da marcha a pretexto de que ele quebrara quando estavam “lubrificando”. Quebrou na revisão e queriam que eu pagasse a peça nova. Não preciso dizer que o custo era altíssimo. Foi uma aventura o desenrolar desse impasse.

Já contei o episódio em uma crônica pretérita. Aborrecido vendi meu último “Omega” e comprei um Toyota, modelo Autis, e nunca mais pretendo ter outro de marca diferente. O carro que tenho é o quarto, da mesma marca e modelo, todos adquiridos na “Toyota Espaço” (hoje “Toyota Barigui”), loja localizada a três quadras do edifício onde moro.

No final do ano passado com o lançamento do Toyota “Altis” , híbrido flex, motor elétrico a gasolina e álcool, fui à agência para saber o seu valor e conhecer seu funcionamento. Como era final de ano achei melhor aguardar o lançamento 2.020. E anteontem voltei na agência pois tinha sido lançado o modelo do ano. Como eu tinha anotado o preço de novembro o novo carro veio com um valor bem mais alto. Não poderia ser diferente. Já acostumado a negociar conversei com um vendedor que eu não conhecia e que estava substituindo um outro que me vendera os carros referidos.

Disse-lhe que queria negociar o carro com pagamento à vista. Ele perguntou qual seria a minha proposta. Pensei um pouco e respondi que não sabia ao certo, porém ele insistiu e eu dei um preço não muito menor do que o valor ofertado pela revendedora. Ele me disse que iria levar minha proposta ao gerente de vendas. Fiquei esperançoso de conseguir um preço menor, poderia não ser muito, mas como freguês da “casa” e fiel à marca achei que faria o negócio pretendido. Ledo engano.

O vendedor voltou e disse que não havia margem de negociação, o preço dado era o que estava valendo. Minhas ponderações não alteraram o rumo do negócio. Foi quando se aproximou o gerente de vendas:
- Como é? Vamos fechar o negócio?
- Não posso crer que não haja margem mínima para negociação ...
- É, não tem. E mais: compre porque o preço vai subir!
Fiquei chateado com a soberba do homem.
- Vou ver se na outra agencia Toyota da Avenida das Torres eu possa ter melhor sorte ...
- Perda de tempo.- respondeu o gerente- pois aquela agência também é “nossa”...
- E a de Ponta Grossa? - chutei.
- Idem!

Pô fiquei sem possibilidade para negociar, pois a “política” do mesmo grupo econômico seria idêntica para todas as revendas. E a concorrência salutar para os consumidores, onde fica? A arte do comércio existe para negociações; claro que a Lei da Oferta e da Procura encarece qualquer produto, mesmo assim não obsta a barganha entre vendedor e comprador. O que eu vi é uma cartelização dentro de um mesmo grupo empresarial. Não celebrei o negócio e sai aborrecido da agência.

Decidi não comprar o carro e aguardar um pouco mais na esperança da acomodação do mercado. Talvez não seja agora o momento propício para negociar, prefiro aguardar e arriscar. Mas uma coisa tenho certeza: vou insistir no abatimento mínimo para fechar a compra do carro e caso não consiga , por intransigência do grupo proprietário das revendas, poderei oportunamente até pagar o preço que estarão ofertando, mas não na agência onde comprei os meus quatro carros anteriores. Como consumidor não aceito ser desconsiderado...

“Todo o negócio de venda e compra pressupõe a possibilidade de barganha entre as partes interessadas. Claro que o valor do produto depende da Lei da Oferta e da Procura. Mesmo assim, não falta a possibilidade de um desconto mínimo para o comprador. Com o grupo empresarial que domina em Curitiba a revenda da Toyota, o comprador não tem a mínima chance, pouco importando que seja um cliente antigo e fiel”.

Edson Vidal Pinto

 

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Blog da Bebel

Thayana Barbosa finaliza temporada do projeto 

No palco do simpático teatro José Maria Santos, na região central de Curitiba, a cantora e compositora Thayana Barbosa encerra a temporada do projeto Toda Pele – Escola no Teatro. Pensado cuidadosamente para dar a estudantes a oportunidade de vivenciar uma experiência completa de assistir a um show musical com todos os detalhes que uma produção profissional oferece, o projeto começou em 2024 e lotou os teatros Cleon Jacques e o Paiol, com um total de público próximo de mil pessoas.

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Academia Feminina de Letras do Paraná dá posse à escritora Bebel Ritzmann

Nesta sexta-feira (21.02),  a Academia Feminina de Letras do Paraná realizará uma cerimônia especial para empossar a escritora Bebel Ritzmann, que passará a ocupar a Cadeira nº 6. O evento está marcado para às 15h, no Teatro Chloris Casagrande Justen, em Curitiba, e reunirá amantes da literatura, admiradores da autora e representantes do meio cultural.

 

 

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MuMA inaugura nova mostra multimídia de Luiz Gustavo Vidal

No dia 05 de fevereiro, às 18h45, o Museu Municipal de Arte, Muma, inaugura a exposição “Mobilidade Criativa”, do artista e mestre em Direitos Autorais Luiz Gustavo Vidal. Na exposição, uma retrospectiva sobre o estudo do tema, iniciado em 2010, apresenta a relação entre “homem, tempo e uso de tecnologias” a partir de desenhos à mão livre, obras de grande formato até Realidade Aumentada. Na ocasião, haverá o lançamento do livro homônimo.

 

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Flagrantes do Mundo Jurídico

Onde Vai o Dinheiro?

Quem neste país não gostaria de saber para onde vai a receita arrecadada pela diretoria brasileira da Itaipu Binacional? Pois é, este é um mistério que poucos sabem, mas com certeza muitos usufruem. E tudo sem uma explicação razoável, porque a receita devida ao governo brasileiro não é fiscalizada pelo TCU. A dita cuja empresa é a verdadeira casa da Mãe Joana, o diretor e demais comissionados podem livremente e a bel prazer destinar o dinheiro arrecadado para quem o governo federal quiser, ou a diretoria decidir, pois os integrantes do Conselho que têm o dever de aprovar referidas contas são pessoas nomeadas pelo próprio Presidente da República, portanto ganham muito bem para ficar de olhos e bocas fechadas.

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A Dúvida Face A Ideologia

É verdade sabida que o STF deixou de lado a imparcialidade nos seus julgamentos quando optou pela politização como razão de julgar, por isto, cada decisão proferida (certa ou errada) gera dúvida e faz balançar a chamada segurança jurídica. E para a democracia é tão ruim como prego na sola do sapato. Por quê? Porque para os operadores do Direito e os jurisdicionados, a falta de credibilidade de qualquer Juiz ou Tribunal, gera o descrédito na Justiça e isto reflete negativamente na ordem cívica do país.

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E Choveu No Molhado

E deu o que tinha que dar. Pois é, tal como era esperado há muito tempo, o STF por unanimidade de votos da sua 1a. Turma de julgadores, recebeu a denúncia (inepta) do Chefe do MP federal para processar o Bolsonaro e seus “golpistas”. Sobre o recebimento da denúncia eu tinha escrito uma crônica sarcástica dando detalhes não só de que a denúncia seria recebido por unanimidade, e que todas as preliminares seriam rejeitadas, como, adiantando no tempo, vaticinei que o ex-Presidente será condenado e preso.

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No balcão sem frescura

Não poderia ser outro!

 Nunca duvidei desde muito tempo que o tal do Dino seria indicado pelo Luiz Ignácio  como candidato ao STF na vaga da Rosa Weber; e a previsão se confirmou

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Italianos e o Churrasco...

Quando criança, íamos passar o final de semana na chácara em São Luiz do Purunã. Me recordo de acordar aos domingos com o sino da igreja soando de maneira extremamente delicada, é algo que até hoje tem um significado

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Festival de Petisco em bares de Curitiba

Os amantes das comidas típicas de bares assim como eu, poderão se deliciar com o 1º Festival de Petisco de Curitiba

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Mamãe, eu quero!

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Espetáculo inovador de teatro ilusionista no Ave Lola

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Viajar de carro no Brasil

Cada vez mais as road trips são um novo segmento de destaque entre os Brasileiros. O resgate de viajar de carro é poder explorar e conhecer sem pressa os encantos de cada região

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Sim, a notícia mais comentada da semana no setor de Turismo, depois das Olimpíadas, foi a divulgação da companhia aérea holandesa KLM que a partir de agosto, passará a servir chope de barril em seus voos

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