Um ET Na Sala de Visita
Ah, que saudades do tempo do MOBRAL um programa do Governo Militar que objetivava ensinar a ler e escrever os adultos e quem mais quisesse, transmitindo um pouco de aprendizado e noções de conhecimento para milhões de brasileiros. Contudo, desde que os canhotas tomaram conta do governo federal o MEC implantou como metodologia de ensino as ideias de um tal Paulo Freire, filósofo e educador pernambucano, que na sua teoria defende “o livre aprender” onde o educando deve reagir contra a opressão social do meio onde vive e lutar contra as diferenças de classe. Em outras palavras: um marxista metido a educador. Não é querer comparar, mas no ensino de ontem tinham professores vocacionados, a começar pelas “normalistas”, como aquelas formadas aqui em Curitiba no Instituto de Educação do Paraná, por mestres que dignificaram e honraram a arte de ensinar, lembrando dentre tantos as figuras inesquecíveis dos professores Faustino Favaro, Helena Kolody, Bento Mussurunga, Chloris Casagrande Justen e Heitor Borges de Macedo. E o currículo escolar das escolas públicas era de excelência. Hoje em dia o ensino no país é fraco, falando é claro das escolas e universidades públicas, pois as tais cotas sepultaram a meritocracia para abrigar as minorias, diferenciando a pele dos candidatos como fator preponderante para aqueles com menores notas, obterem aprovações. Forma censurável de diferenciar alunos com igual escolaridade, pois para enfrentar os obstáculos das provas para ingressar no ensino superior todos devem concorrer com seus próprios esforços e plena dedicação aos estudos. Ingressar em universidade pública é apenas para garantir a gratuidade, porque não existe mais nenhuma vantagem que supere a qualidade das universidades privadas. E com isto a educação e a cultura, com o passar dos anos, está cada vez mais periclitante. Quem ouviu a Janja falando pelos cotovelos no ambiente do G20, com seu palavreado chulo, parecendo uma adolescente deslumbrada,
tem a prova necessária da ignorância que tomou conta da população brasileira. A gíria do tráfico e as letras do rap representam tudo isto que tentei escrever até aqui.
Tenho a impressão que um ovni deixou um ET na sala de visita do Brasil, que conseguiu a abduzir muita gente ao sugar os parcos conhecimentos de certas pessoas para implantar nas mesmas um cérebro de titica. Neste elenco estão o Luiz Ignácio, o Haddad, o Romário, a Dilma, a Miriam Leitão, o Xandao, e a Ana Maria Braga. Aliás esta última com toda s empáfia que tem saiu com uma pérola maravilhosa, no seu programa matinal de ontem, pela TV Globo, ao comentar a vinda dos Presidentes que chegaram para participar da reunião do G20. Disse a ilustre artista:
-Que legal, estão no nosso país os Presidentes das nações mais ricas do mundo, o da França, o Mácron, da China o Xi, dos EEUU o Bin Laden…
Putz, a moçoila ressuscitou um perigoso terrorista que com certeza absoluta, ajudado pelo ET, tomou conta do corpo do Biden.
-Não, não, o Presidente americano é o Joe Biden!
Joe Biden!! - corrigiu o Louro José.
A Ana sem jeito, arrematou:
-Ah, que cabeça a minha!? - e deu um sorriso amarelo.
Não, não vou escrever mais nada. Chega, não aguento mais ver e ouvir tantas besteiras. Neste exato momento olhei com o canto do olho, tirando de foco a telinha do meu celular, onde estou dedilhando, e vi do meu lado o ET que leu meu pensamento e responder:
-Vai aguentar sim, todas as besteiras sem chiar e nem desistir, pois não esqueça que ainda faltam dois anos para o governo do Luiz Ignácio terminar…
“Sinceramente? Entre o Paulo Freire e o finado jogador de futebol Sócrates, eu ficarei sempre com a Janja. Por quê? Ora, a nossa amada e querida primeira dama é eclética, sua cultura vai da zona até o Palácio do Planalto, sem cometer nenhum pecado. Ops., estou me referindo a pecado linguístico, apenas. Não confundir alhos com bugalhos.”